segunda-feira, 9 de novembro de 2015

DIANA F. SPENCER,PRINCESA DE GALES




Diana Frances Spencer (posteriormente Diana, Princesa de Gales, Sandringham, 1 de julho de 1961 — Paris, 31 de agostode 1997), também conhecida mundialmente por Lady Di, foi uma aristocrata, filantropa e a primeira esposa de Charles, filho mais velho e herdeiro aparente de Isabel II do Reino Unido. Seus dois filhos, os príncipes William e Harry, são respectivamente o segundo e o quinto (após o nascimento do príncipe George e da princesa Charlotte, seus netos) na linha de sucessão ao trono do Reino Unido da Grã-Bretanha e Irlanda do Norte e de outros doze países da Commonwealth, tais como Canadá, Nova Zelândia, Antígua e Barbuda, Austrália, Jamaica e Bahamas.



Após o seu casamento com o príncipe de Gales, Diana tornou-se uma das mulheres mais famosas do mundo, celebridade perseguida por paparazzi, um ícone da moda, ideal de beleza e elegância feminina, admirada por seu trabalho de caridade, em especial por seu envolvimento no combate à AIDS e na campanha internacional contra as minas terrestres.

A sua trágica e inesperada morte ocorrida após um acidente de carro na cidade de Paris, em 1997, foi seguida de um grande luto público pelo Reino Unido e, em menor escala, pelo mundo. Seu funeral, realizado em Setembro do mesmo ano, foi assistido globalmente por cerca de 2,5 biliões de pessoas, tornando-se um dos eventos mais assistidos da história da televisão.


Mesmo muitos anos após sua morte, a "princesa do povo" continua sendo uma celebridade frequente na imprensa, servindo de tema para muitos livros, jornais e revistas. Estima-se que seu nome seja citado, pelo menos, oito mil vezes por ano na imprensa britânica.


Os vários biógrafos de Diana divergem-se quando o assunto é a decadência de seu casamento. Andrew Morton, por exemplo, culpa a "crueldade" de Carlos pelo fim do relacionamento deles, enquanto que Sally Bedell Smith aponta os supostos "distúrbios mentais" de Diana como sendo os responsáveis pelo desgaste da relação. A jornalista Tina Brown, por sua vez, atribui o desastre à ingenuidade da princesa em uma ficção forjada pelos tabloides.